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Baía com sonda de perfuração ao fundo e cidade no horizonte
Escopo Brasil, de ponta a ponta

Você ganhou o contrato. O Brasil é a parte difícil.

O estaleiro está no exterior e as obrigações estão no Brasil. O conteúdo local é certificado item a item e auditado sistema a sistema, os fornecedores são cadastrados por família de produto, a inspeção segue os requisitos da própria operadora e o data book precisa chegar na numeração do cliente.

A lacuna

O escopo brasileiro não tem dono

Basta olhar quem é pago por quê, e a exposição fica evidente.

Suprimentos

Fica com a contratada, medida por custo e por adjudicação, e não por o pacote chegar na data que o estaleiro precisa.

Inspeção

Contratada e paga pelo fabricante, com escopo limitado às famílias de produto da acreditação.

Conteúdo local

Auditado pela operadora, certificado item a item e reportado sistema a sistema, muito depois de a ordem de compra ter sido colocada.

Por isso o risco sobra para o integrador

Quem integra carrega prazo, documentação e conformidade sem que ninguém dentro da cadeia seja pago para defendê-los.

A tese. O prazo é defendido ao longo de toda a cadeia. Expediting da ordem de compra até o aceite, cronograma de compras amarrado à data de necessidade do estaleiro e todo critério de aceitação acordado antes de a fabricação começar.

O que executamos

Seis frentes do lado brasileiro

Uma única empresa respondendo por todas elas, com um só interlocutor.

Especificação e sourcing

Especificações e folhas de dados conferidas contra o que é fabricável, qualificável e disponível dentro do cronograma, com os itens de gargalo sinalizados antes de a consulta sair.

Qualificação de fornecedores

Cadastro por família de produto, dossiê técnico, preparação para auditoria e validade de certificado acompanhada em toda a lista de fornecedores.

Expediting

Cadência com a fábrica, liberação de matéria-prima e carga de oficina verificadas, e desvio sinalizado enquanto ainda há recuperação possível.

Inspeção e ensaios

Planos de inspeção e ensaios negociados, pontos de espera e testemunho definidos, fornecedores preparados para a convocação e não conformidades encerradas.

Documentação

Matriz de documentos por item, controle de revisão, esclarecimentos técnicos conduzidos até o fim e data book montado na numeração da operadora.

Preservação até a partida

Embalagem e preservação no padrão do contrato, inspeção de recebimento contra o plano, encerramento de pendências e assistência de partida em campo.

Duas alavancas

Conteúdo local e escopo modular

Os dois pontos em que uma contratada internacional mais perde margem no Brasil, e os dois que tratamos como engenharia e não como papelada.

Conteúdo local

É uma conta, não uma caixa a marcar.

Certificado item a item e auditado sistema a sistema, de modo que a fronteira precisa ser desenhada antes da ordem de compra, e não defendida depois da fatura.

  • Matriz de item por macrogrupo em cada pacote, identificando o que mais move o índice por unidade de gasto
  • Nacionalização desenhada por etapa, do fornecimento local de partes e peças à montagem a partir de conjunto desmontado
  • Inspeção executada no Brasil, o que elimina o custo de mandar inspetor à fábrica
  • Instrução de dispensa e transferência de excedente preparadas quando a regra permite
  • Dossiê montado para a certificadora credenciada, em vez de deixado a cargo do fornecedor

Engenharia modular

Módulos viajam. Obrigações não.

Um módulo fabricado no exterior continua tendo de satisfazer conteúdo local, cadastro, inspeção e documentação brasileiros antes de ser aceito aqui.

  • Viabilidade modular, fronteira de módulo, peso, dimensão, rota de transporte e limites de içamento
  • Engenharia de interfaces entre projeto de processo, fabricação e montagem, com responsabilidade fixada por documento
  • Requisição técnica escrita de forma que a oficina consiga de fato cotar e construir
  • Qualificação de fornecedor, inspeção e liberação de embarque para vasos, trocadores, colunas, skids e pré-fabricação de tubulação
  • Logística da peça excedente tratada como prazo, e não como problema do agente de carga
Da Indústria 4.0 à 5.0

O ativo precisa nascer instrumentado

A Indústria 4.0 automatizou e digitalizou, e a decisão continuou dependendo de quem sabe ler o ativo. A Indústria 5.0 devolve pessoas, sustentabilidade e colaboração ao centro, o que para quem projeta significa uma coisa concreta, a saber que monitorar é decisão de projeto e não decisão de manutenção.

Resolvemos criticidade de ativos, arquitetura de monitoramento, requisitos de área classificada e conformidade regulatória enquanto o pacote ainda está na prancheta, de modo que o equipamento chega ao campo com os pontos de medição já especificados e a operação começa dentro de um regime preditivo. A inteligência artificial aconselha, o especialista decide. O ciclo completo está descrito na roda de soluções integradas.

Para quem é

Qualquer um que carregue escopo brasileiro

Estaleiros

Integração de casco e planta de processo no exterior, com conteúdo local e documentação brasileiros a satisfazer.

Integradores

Contratos de afretamento e conversão de FPSO com obrigações locais atreladas.

Contratadas de EPC

Pacotes onshore e offshore de tubos, válvulas, conexões, flanges, bombas e equipamentos.

Subfornecedores

Fabricantes que entregam nesses projetos sem estrutura no Brasil.

Quem conduz

Mais de 25 anos dentro do supply chain industrial

Três entradas de mercado concluídas de fabricantes internacionais no Brasil, direção da operação brasileira de um fabricante de válvulas e de um centro de montagem a partir de conjunto desmontado, e conhecimento prático dos requisitos de qualificação, inspeção e documentação da operadora pelos dois lados da mesa.

25+anos em supply chain industrial
3entradas de mercado concluídas no Brasil
1interlocutor para o seu escopo brasileiro
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre escopo brasileiro

Quem normalmente responde pelo escopo brasileiro em um contrato internacional?

Em geral ninguém. Suprimentos fica com a contratada e é medido por custo, a inspeção é paga pelo fabricante e limitada à sua acreditação, e o conteúdo local é auditado pela operadora depois da ordem de compra. Quem integra acaba carregando prazo, documentação e conformidade sem que ninguém na cadeia seja pago para defendê-los.

Uma contratada estrangeira precisa de entidade brasileira para tocar isso?

Não necessariamente. O que a operadora exige é uma entidade brasileira regular que responda por fornecimento, garantia, documentação e assistência técnica, e essa posição pode ser ocupada por uma representação local qualificada em vez de subsidiária própria, o que evita imobilizar capital e encurta a entrada.

Como começa o trabalho?

Por um diagnóstico de escopo fixo sobre um pacote crítico, em quatro a seis semanas. O que se entrega ao final é a linha de base de prazo, qualificação, documentação e conteúdo local, mais a estratégia e o plano de ação aprovados com você, e não a execução do fornecimento, que é contratada em seguida, por frente isolada ou como ciclo completo.

Um diagnóstico de pacote crítico, com escopo fixo

Quatro a seis semanas sobre o pacote que você escolher, ao fim das quais você tem a linha de base de prazo, qualificação, documentação e conteúdo local, mais a estratégia e o plano de ação aprovados. O que se entrega nesse prazo é a decisão de como conduzir, e não a execução do fornecimento, que é contratada em seguida, por frente isolada ou como ciclo completo. É a forma mais rápida de descobrir a que o seu escopo brasileiro está realmente exposto, antes que vire pleito.

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